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Televisão

Patrícia Abravanel e SBT fazem campanha contra LGBTfobia

Campanha é uma iniciativa da Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Intersexos

Patrícia Abravanel está em campanha contra a LGBTfobia no SBT (Foto: Reprodução Instagram)
Patrícia Abravanel está em campanha contra a LGBTfobia no SBT (Foto: Reprodução Instagram)

Filha de Silvio Santos, Patrícia Abravanel faz parte de uma campanha do SBT que começou a ser vinculada no primeiro dia de janeiro contra o preconceito com lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais, queers, intersexuais e assexuais.

Com base na Lei 10.948/01, que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual e dá outras providências, um processo movido contra Patrícia Abravanel e o SBT por LGBTfobia após falas da apresentadora no programa “Vem pra cá” em 2021, no qual a apresentadora disse que conservadores tinham o direito de serem intolerantes com a comunidade LGBTQIA+ (leia mais abaixo).

Em razão disso, a emissora foi obrigada a reproduzir em sua programação durante todo mês de janeiro uma campanha publicitária educativa contra LGBTfobia, reportagem jornalística no dia da visibilidade trans (29), realização de workshop sobre cultura inclusiva para todo casting e live interna.

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No institucional da emissora, é encontrado que a missão e visão são desenvolvidas a partir dos 3 pilares da marca: “Família, diversão e informação”, com uma ilustração da família tradicional brasileira, não incluindo a diversidade racial, gênero e sexual.

Polemica

No programa em questão, onde foi movimento um processo contra a apresentadora, que foi vinculado no dia 1º de junho, justamente no dia em que começa o Mês do Orgulho LGBTQIA+, a apresentadora teve diversas falas preconceituosas que foram repudiadas pela comunidade.

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“Eu acredito que nós, mais velhos, e nós que fomos educados por pais mais conservadores, a gente está aprendendo, a gente está se abrindo, mas eu acho que é um direito também das pessoas respeitarem.

“Então, assim como ‘LGDBTYH’, não sei, querem respeito, eu acredito que eles têm que ser mais compreensivos com aqueles que hoje ainda não entendem direito e estão se abrindo pra isso.

“É assim que a gente vai chegar num mundo sem homofobia e sem tantas discussões e cancelamentos”, concluiu ela. O que está acontecendo é que estão falando que tudo é bonito e o jovem acaba experimentando coisas que pode vir a se arrepender depois”, explicou Patrícia.

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