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Selton Mello: Don Juan à brasileira

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O ator está no ar como o sedutor Augusto de Valmont, na minissérie Ligações Perigosas

Jogos de prazer e sedução. Essas são características principais dos planos arquitetados por Augusto de Valmont (Selton Mello) e Isabel D´Ávila de Alencar (Patrícia Pillar), uma dupla que promete eletrizar o público, em Ligações Perigosas. Longe da TV há quatro anos, como ator, Selton Mello conta que aproveita sua experiência como diretor para melhorar sua forma de atuar. “Entro em cena sabendo de todos os ‘pepinos’ que têm por trás (risos)”, brinca o mineiro, de 43 anos. 

O que o atraiu até Valmont?
Fazia quatro anos que eu não atuava. Quando me fizeram o convite para fazer Ligações Perigosas fiquei louco, porque minha geração viu o filme de mesmo nome, em 1988. Augusto é um grande personagem. De cara, já gostei da ideia. Nunca tinha trabalhado com a Patrícia Pillar, nem com a Marjorie (Estiano). Sempre admirei essas atrizes e fiquei com muita vontade de atuar com elas. Então, foi uma combinação de fatores: um grande personagem, perfeito para minha idade e para a maturidade em que eu estou agora, o encontro com essas atrizes que eu admiro tanto… Ou seja: foi uma boa junção de vários elementos. 
Você precisou fazer alguma preparação especial?
A gente leu, entendeu os personagens, a lógica dos anos 1920, a maneira de se comportar… É um trabalho do qual tenho muito orgulho, porque é bastante requintado e caprichado. 
Como é contracenar, pela primeira vez, com a Patrícia Pillar?
Patrícia é uma companheira maravilhosa. Descobri que ela é capricorniana como eu. Então, somos dois obsessivos pelo trabalho. Gostamos de ver o mundo nos detalhes. 
Sentiu falta de fazer novela?
Há 15 anos que eu não faço novela. Nesse tempo, fiz cinema e séries, tanto como ator, quanto diretor. Estou bem realizado nas funções que eu gosto. Dirigir e atuar me dá mobilidade. Quando tenho vontade de atuar, vou lá e atuo, depois me dá vontade de dirigir, vou lá e faço. Nunca fico entediado. Não gosto de trabalho burocrático. Estou sempre inteiro nas produções que faço. 
O que você acha das pessoas que querem mais ser famosas do que artistas de verdade?
É uma escolha de cada um. Tem uma questão geracional também. Sempre teve bons e maus atores, boas e más obras. Mas tem gente boa da nova geração. Olha a beleza que foi a Grazi Massafera em Verdades Secretas… Grazi é superdedicada, uma pessoa realmente do bem. Fiz um filme (Billi Pig, 2011) com ela e sacava que queria ir além. E agora olha o sucesso que a Grazi fez… 
A experiência como diretor, o ajuda a ser um ator melhor?
Atuo diferente porque sei o que acontece por trás das câmeras. Entendo o trabalho que dá depois da gravação, porque tem montagem, sonorização, trilha, edição… “É mais fácil” atuar, porque só tenho que elaborar o meu personagem. Quando dirijo, preciso pensar num todo. O que é muito prazeroso também. Entro em cena sabendo de todos os “pepinos” que têm por trás (risos).

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