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Intimidade e segredos de Wesley Safadão!

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O astro, que tem 13 anos de carreira, estourou total e é considerado nos bastidores da música o maior fenômeno deste ano

Quem não acreditou em Wesley Safadão agora assista aí de camarote… Demorou 13 anos, mas o cantor cearense virou um popstar amado no Brasil inteiro. 
Nos bastidores do show-bizz, ele é tido como fenômeno, nesse momento de crise fonográfica. E não tem nada de exagero… O cantor cearense de 27 anos é responsável por movimentar milhões de reais todos os anos, realizando em média 22 shows mensais por todo o país. O valor do cachê? Pasmem: R$ 500 mil por cada apresentação.  
É mais ou menos o que ganha uma dupla sertaneja extremamente popular como Jorge & Mateus (R$ 550 mil), ou a eterna diva do axé Ivete Sangalo (R$ 400 mil).
Safadão se transformou em cantor por acaso, mas já era um artista. Um dia, a banda Garota Safada, da qual sua mãe, Bill Oliveira, é uma das sócias, com o tio, Dudu Oliveira, cancelaria um show porque o vocalista não poderia participar. Wesley, que até então era dançarino, assumiu os microfones, convenceu o público e nunca mais saiu da frente do grupo de forró. E mais, dominou geral.
TITITI conversou com o gato em São Paulo. E ele foi só elogios a Ivete Sangalo. Isso porque gravou a música Parece que o Vento com a estrela e o encontro dos dois resultou  num clipe que está nos extras de seu novo DVD, Wesley Safadão – Ao Vivo em Brasília, já nas lojas. Quer saber mais? Então, confira esta entrevista cheia de charme. Vai, Safadão!
TITITI – Conta pra gente um pouco da sua infância. 
Wesley Safadão – Fui uma criança tranquila. Nasci em Aracoiaba, no interior do Ceará. Minha família é simples e muito grande… Só pra você ter ideia, tenho 14 tios. Então vivia rodeado de primos… Em casa, éramos minha mãe, Maria Valnira Silva, mais conhecida como Bill, meu pai, Wellington de Oliveira, e meus irmãos Wátila e Edim Oliveira. Aquela festa, coisa de família grande. Minha mãe tinha um caminhão e recolhia caixas, vendidas para reciclagem. 
Tem alguma lembrança divertida dessa época?
Lembro que o Edim, que é o mais velho, me levava, junto com os meus primos, no caminhão, para o colégio católico onde estudávamos, o Medalha Milagrosa. Íamos na carroceria, torcendo para que a porta da escola estivesse fechada, pra gente não pagar mico. Isso quando tínhamos 14, 15 anos, porque antes nem ligávamos. 
Pode dizer que foi um aluno exemplar?
Até a sétima série, sim, mas depois descambei totalmente, só queria mesmo saber de jogar futebol.
É bom de bola?
Sim, jogo muito bem. Penso que, se não fosse cantor, seria jogador. Frequentei escolinhas de futebol e meu pai me incentivava bastante. 
De que maneira a música entrou na sua vida?
Eu era criança e cantava muito mal quando o Garota Safada se formou. Comecei a cantar uma ou duas músicas e cheguei a fazer fonoaudiologia, mas não dei certo (risos). Na primeira aula, a professora começou: “Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si…” e por aí vai, e eu dizia: “Quando que eu canto?” No outro dia, a mesma coisa. Aí, não voltei mais. Fui aprendendo com o tempo, com os cantores que entravam na banda. Na época, eu testava o microfone e passava o show imitando o cantor da banda. 
Como pintou o Garota Safada? 
Meu tio Dudu comprou um teclado e resolveu montar a banda. Minha mãe entrou de sócia. Tirava algum  dinheiro da reciclagem para investirem na banda, o que mais pra frente foi a maior dor de cabeça, porque ela se atolou em dívida. Os primeiros instrumentos foram sanfona, guitarra, bateria e tudo saiu por R$ 2 mil. Ou seja, não era usado, e sim reciclado (risos), só pra você ter ideia de como começou. E a gente ia tocando em tudo quanto é lugar. E fui levando a banda em paralelo com os estudos. Eu e meus primos fazíamos de tudo, cantávamos, dançávamos… Até umas tias minhas fizeram teste pra cantora. 
Quando cantou pela primeira vez? 
Eu tinha 14 anos, foi em 2002, cantei Dormi na Praça, hit de Bruno & Marrone. Depois demorou pra eu cantar de novo (risos). Mas fui aprendendo.
Por que Safadão?
Tem uma banda chamada Cheiro de Menina, do Vicente Nery, e a gente queria meio que imitar. Daí pintou o nome Menina Safada, aí encafifaram com a Menina e mudamos para Garota. E o cantor era o Safadão. E quando virei cantor fiquei com o apelido. Mas não tenho nada de safado (risos). Sou um cara muito família, casado e com dois filhos maravilhosos. As pessoas me olham e acham que sou sacana, mas não é nada disso, só busco fazer músicas para alegrar as pessoas e passar autoestima para o meu público.
Imaginou algum dia que faria tanto sucesso?
Nunca. Tive uma trajetória difícil, porque a banda não estourou de supetão, tudo foi acontecendo aos poucos. Um dia, tinha 15 pessoas no show, no outro, 30, e assim por diante… A garotada na escola tirava sarro, sofri muito bullying por causa da banda (gargalhadas). Só que depois as pessoas começaram a me olhar com outros olhos. 
Você compõe?
Não, mas recebo uma ajudinha de amigos. Tenho um time de compositores e peço a eles a música que desejo… Eu os chamo de usinas de hits. São os melhores: Neto Barros, Jota Reis, Cabeção do Forró, Raniere Mazile, Zé Hilton e Conde Macedi.
Nas músicas que escolhe, você fala muito de amor, ciúme, traição… Alguma delas tem a ver com a vida pessoal?
Ah, tem! Com certeza, mas não vou dizer o nome da música, não (gargalhadas)!
Tem o cabelo bonito e cuidado… Qual o segredo?
Nenhum. Porque não cuido (risos). Não sou vaidoso.
Como não?! Você chegou para a entrevista todo perfumado…
(Gargalhadas) Até os meus 17 anos cheirava a puro amaciante. Mas me perfumei porque ia receber a imprensa… Agora, sério, não sou vaidoso, gosto de usar um bom jeans e uma camiseta básica. Faço um rabo ou um coque e pronto.
Dizem que seu cabelo é comprido por causa de uma promessa da sua mãe. É isso mesmo?
Por causa de um problema de saúde, minha mãe fez uma promessa quando eu tinha 3 anos e aí não cortou
mais meu cabelo até os 6. Mas agora já posso cortar, sem problemas. 
Mas você passou a se apresentar com o cabelo preso, por quê?  
Eu juro que foi muito por acaso. Uma das primeiras pessoas a usar foi o David Beckham, né? Já li sobre isso, mas não me inspirei. Sempre usei coque em casa, cabelo preso. Até que um dia, num show, eu estava muito cansado e aí ou eu dormia meia hora ou arrumava o cabelo para poder ficar solto. Não tive dúvidas, prendi o cabelo e deitei para tirar um cochilo. De lá pra cá, gostei muito e estou usando. A repercussão é legal, as pessoas estão dizendo que usam igual… Mas confesso:  sou muito descuidado. Era para eu ser careca até, mas é pela vida corrida. Ter cabelo grande é um saco!
Com 22 shows, em média, sua vida está bem corrida!  
Faço de 22 a 27 shows por mês. Sou mais visto nos aeroportos e palcos do que em minha própria casa (em Fortaleza, CE). Pra falar a verdade, a correria é muito grande. Eu só aguento porque amo o que faço e faço pensando nos meus fãs.
Como foi gravar com a Ivete?
Nossa, só de falar já fico arrepiado. Foi fantástico. É uma música muito especial. Desde a primeira vez que ouvi, gostei muito. No dia da gravação, eu tremia, mas vi que ela é uma pessoa humilde.
Está solteiro, casado…? 
Casado com a Thyane (Dantas) e sou pai de Ysis, de 1 ano, e de Yhudy, de 4 (do relacionamento anterior com Mileide Mihaile). Sempre trabalhei desde muito jovem e, assim que as coisas começaram a melhorar, já tratei de casar. Queria alguém comigo. Tenho uma vida tão louca, que quando chego em casa, na segunda ou terça-feira, quero um abraço, o chamego da minha mulher! Sou família.
O que uma mulher precisa para conquistá-lo?
Ser bonita (risos)! Brincadeira… tem que ser uma pessoa que some, entenda meu trabalho e tenha paciência. 
O que sonha pra seus filhos?
Por trabalhar muito, perco um pouco do convívio com eles. Mas volto para casa pelo menos um dia na semana.  Pedi na escolinha para que me avisem com antecedência quando tiver festinha. Assim, posso arrumar minha agenda e comparecer. Quero ser sempre um pai presente. Amo meus filhos e desejo o melhor para eles!
Como se vê aos 50 anos?
Lindo (risos)! O sucesso da gente, como já falei, foi acontecendo gradualmente. E espero que a cada dia a gente conquiste nosso espaço. 

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