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Exemplo de paternidade na vida real e na ficção, Rainer Cadete apoia a adoção

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O ator que interpreta o personagem Celso, em Êta Mundo Bom!, revela todo seu amor ao filho, Pietro

A força de um pai, que além do amor pelo filho, passa os valores de responsabilidade e ternura, faz de Rainer Cadete um exemplo de dedicação e carinho. Todas as vezes que está ao lado de Pietro, seu filho de 9 anos, com a ex mulher Aline Alves, o ator entra em estado de graça. Juntos, pai e filho têm uma parceria incomum. Assim como na vida real, Rainer empresta seu amor incondicional ao Celso, de Êta Mundo Bom!. O advogado se uniu a Maria (Bianca Bin) e adotou Aninha como filha. Um ato de amor que atravessa os laços de sangue e proporciona um novo olhar para o mundo e para as pequenas coisas da vida.


Como avalia a mudança do Celso durante Êta Mundo Bom!? 
Celso começou como vilão por ser influenciado pela irmã, Sandra (Flávia Alessandra), única pessoa com quem, até então, mantinha uma ligação afetiva. Mas, ao conhecer Maria, ele passa a admirar a forma dela de agir. Desde então, essa personalidade “flácida” que ele tinha foi tomando forma para o caminho do bem. E, a meu ver, ele se tornou um grande herói da trama. 
O que acha da adoção de Aninha? 
Pra época, essa já era uma atitude bem moderna. Estamos falando de 1940… Celso estava muito à frente de seu tempo. Hoje, agir assim ainda soa como algo muito à frente do nosso tempo, porque as pessoas ainda estão voltadas para seu próprio umbigo e, muitas vezes, a preocupação com a opinião do entorno acaba influenciando. Às vezes falta o amor que transborda e que envolve outras pessoas… Mas acho lindo quando acontece. Esse gesto é um tipo de doação incrível. Não é preciso ter um laço de sangue para termos um cuidado de pai. Incentivo todos a fazerem mais isso! 
Os valores da paternidade são universais e iguais na vida real como na ficção? 
Eu acredito que a arte imite a vida e vice versa. Os valores de uma paternidade podem ser mostrados na ficção, mas eles se constroem no dia a dia. À medida que as demandas da criação e as dúvidas dos filhos venham surgindo, a gente vai respondendo de uma forma que consigam decidir o que é melhor pra eles no contexto em que vivem. Então, acredito que esses valores se dão, sobretudo, através dessa ponte chamada amor. E no querer bem, orientando, facilitando a vida de quem você ama… Não entregando o peixe, mas ensinando a pescar. Acredito muito nesse tipo de relação.
O que mais aprendeu como pai? 
Ser pai é uma maneira de criar raízes nesse planeta. É uma forma que temos de sentir nosso coração batendo dentro de outra pessoa. Eu aprendi e aprendo diariamente através desses sentimentos, que são tão nobres e importantes… E aprendo muito com o meu filho, e o amo muito. 

Pietro acompanha a novela? O que ele fala do seu trabalho? 
Ele acompanha diariamente, e gosta muito do Celso – mais até do que de outros personagens que já fiz. Ele comenta quando gosta de uma cena e fala: “Papai, foi uma grande cena essa, hein?!”. E ele tem muito orgulho desse ofício, inclusive, tem dito que quer ser ator – e percebemos que ele tem talento pra isso. 

O que curte fazer com o Pietro? 
A gente gosta de andar de bicicleta, brincar de boxe e lutas, jogar videogame, que ele adora, e ver desenhos na TV… A gente conversa muito, também. E, sempre que tenho tempo, o levo para viajar!

Como é Rainer como filho? Como é a convivência com seu pai?
O Rainer é um filho muito grato e amoroso, que ouve os seus pais. Aliás, a convivência com meu pai é uma história muito curiosa. Assim que nasci meus pais se separaram, e eu passei 27 anos distante do meu pai. Mas agora nos reencontramos e, desde então, mantemos uma relação muito interessante e amorosa. Assim como minha mãe, ele também mora em Brasília e, sempre que tenho tempo, vou lá almoçar com ele aos domingos. Ele me liga, manda mensagens, nós trocamos muito afeto. Acho que nunca é tarde para conseguir reconquistar um laço afetivo, ou mesmo para dizer que ama seu pai, sua mãe, seu filho… Nunca é tarde para conviver com um filho por mais que tenha 27 anos de não convivência com você, e o mesmo vale para o filho em relação ao pai. E tudo bem, porque a vida é assim, né?! Acredito mesmo que nunca é tarde para esses gestos, para esses encontros importantes. Não existe receita de bolo para relações. O que existe, pra mim, é cada um dar o melhor de si, fazendo sempre o melhor que puder pelo outro nesse mundo efêmero. 
 
É sua quarta novela com o Walcyr Carrasco. Como é a parceria?
A primeira novela que fiz foi Caras & Bocas (2009), justamente do Walcyr Carrasco e direção do Jorge Fernando – o que se repete agora em Êta Mundo Bom!. Isso tem mais ou menos uns sete anos… Foi uma experiência incrível, a novela foi um grande sucesso e, a partir disso, a parceria foi se repetindo. Depois fiz Amor à Vida (2013) e Verdades Secretas (2015), antes de ser chamado pra fazer o Celso. Na minha opinião, o Walcyr é um dos grandes autores da atualidade, não se deixando engavetar em nenhum horário, fazendo sucesso em todos! Eu confio muito no trabalho dele e, acredito, ele também confia no meu para ajuda-lo a contar essas histórias.
 
O Visky foi o grande sucesso de sua carreira. Você ainda é assediado por esse trabalho?
O Visky foi, sim, um grande personagem da minha carreira, muito emblemático, onde pude me transformar completamente. Foi um ótimo personagem numa novela muito polêmica, então foi delicioso de fazer, porque foi um momento onde colocaram uma lente de aumento no meu trabalho. E graças a Deus agora faço o Celso, que é um grande sucesso, e antes pude fazer o Dr. Rafael, personagem envolto num tema tão importante, que é o autismo. E até hoje me abordam para falar dele… São personagens muito engajados socialmente, que levantam temas a serem debatidos. É muito legal poder fazer na TV esse tipo de trabalho com meus personagens, sabe? Algo que faça as pessoas refletirem sobre suas atitudes, comportamentos e pensamentos, sobre enxergar e lidar com o diferente, entender a pluralidade que existe e que não podemos ignorar. É uma grande realização poder fazer trabalhos assim.

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