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Aula de ioga e bate-papo sobre a felicidade

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Fazer ioga em frente ao mar, sentindo a brisa da praia e, depois, participar de uma conversa sobre felicidade genuína: esses foram os pontos altos do quarto dia da Semana do Bem-estar

A professora de ioga Andréa Wellbaum e o filósofo Gustavo Gitti andam por caminhos parecidos: ambos fizeram dos aprendizados ao longo da vida, ferramentas para refinar a sensibilidade e, hoje, ajudam, por meio de sua atividade profissional, a que outras pessoas façam o mesmo.
Andréa se vale da ioga, Gustavo, da filosofia. E essa combinação de saberes foi o ponto alto do quarto dia da Semana do Bem-estar, evento promovido no Hotel Transamérica Comandatuba pelas revistas Bons Fluidos, Vida Simples e Recreio (todas da editora Caras).
Colunista da seção zen da revista Bons Fluidos, a professora Andréa Wellbaum tem 10 anos de prática. Formou-se em Los Angeles e Londres, onde morou por 8 anos. “Na época, eu era jornalista da BBC e, para equilibrar o estresse, comecei a praticar hot ioga. A prática me fez tão bem que acabou se tornando a minha atividade principal. Hoje, sou eu que transmito essa experiência e técnica a novos alunos”, conta ela, que estudou com o pioneiro da hot ioga, Bikram, e que agora tem o próprio estúdio na capital paulista (o Hot Yoga São Paulo, na Vila Madalena, www.hotyogasaopaulo.com)”.
Na segunda aula de ioga do evento, com sala cheia, Andréa ensinou a fazer respirações profundas, alongar, e, acima de tudo, respeitar o próprio corpo.  “A ioga não foi feita só para quem é flexível. Ao contrário:  ela é uma ferramenta para ganhar flexibilidade”, disse. E acrescentou: “Não importa se você não estica a perna completamente, se tem que flexionar o joelho. Muito menos você  deve fazer comparações com o corpo de outra pessoa. A referência tem que ser você mesmo. Como você estava antes e como ficou depois de uma aula”.

Gustavo Gitti, colunista da revista Vida Simples e tutor no Centro de Estudos Budistas Bodisatva, tocou no mesmo ponto: nenhum fator externo pode ser mais importante do que a nossa mente. Ou seja, a felicidade nunca virá de fora. Talvez por isso seja tão difícil alcança-la. E, ao mesmo tempo, tão possível. Nas palavras do filósofo: “A gente não está acessando a felicidade porque não está relaxado. Ninguém é feliz com uma mente tensa”.
Coordenador do olugar.org (espaço online e presencial de transformação coletiva), Gitti, assim como Andréa, chegou onde chegou porque também sofreu. Uma experiência de traição o fez começar a escrever sobre crises de amor e, com isso, se ligar a outras pessoas que vivenciaram a mesma dor. Dessa longa trajetória, que começou em 2005, surgiu seu conhecimento, que é a joia que ele compartilha hoje.
“O melhor jeito de sair de uma prisão de sofrimento é encarando bem essa prisão, olhando para tudo que tem dentro dela. Não se iluda: a sabedoria vem quando a gente para com o mimimi, quando sai do movimento frenético. Vem do parar. E de todo o equilíbrio que surge daí”, enfatizou.

Reflexões sobre a felicidade e o ciúme

Na palestra que conduziu na quarta-feira à tarde, Gitti propôs algumas reflexões:
Onde apostamos nosso tempo, atenção e energia? “Em geral, tendemos a colocar todas as fichas nos relacionamentos amorosos e no trabalho. No sucesso e no casamento”, destacou. Mas cuidado, a felicidade não vem de controlar tudo. A felicidade não vem sequer do outro.
A felicidade genuína vem de uma mente relaxada e não-reativa. Essa mente relaxada é capaz de encontrar respostas mais criativas aos problemas que se apresentam, é capaz de tornar as relações mais lúcidas e menos instáveis a, por exemplo, abalos de ciúme. Esse sentimento, no fundo, é um grande desejo de controle sobre a vida do outro.
Quando aprendemos a dizer que sentimos ciúme por uma situação, mas sem raiva, sem achar que o outro causou aquilo de propósito para nos machucar, aprendemos a colocar o ciúme como algo fora da gente, como um elemento externo que, sim, tenta desestabilizar a nossa energia, mas que, com treino, pode ser domesticado. E ficar menos antagonista do nosso equilíbrio.  Afinal, quem dá poder ao ciúme é nossa mente. Se ela decide que o ciúme vai perturbá-la menos e menos, ela ganha mais poder e ele vai minguando.
Parar e observar a situação, reforça Gitti, é sábio. “Relaxar é parar de exigir. É manter a energia estável, independentemente dos fatores externos.”

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