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Emílio Dantas dispara sobre Beto Falcão se fingir de morto para lucrar com a farsa: “Verdade e cuidado não caminham lado a lado”

O ator revela suas inspirações para interpretar o cantor na novela das 9

quinta 24 maio, 2018
O ator carioca revela suas inspirações para dar vida ao protagonista da trama das 9
O ator carioca revela suas inspirações para dar vida ao protagonista da trama das 9 Foto: Cadu Pilotto

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De traficante de drogas do Rio de Janeiro, ao cantor de axé da Bahia. É assim que Emílio Dantas viu sua vida transformar nos últimos meses, ao virar de antagonista a herói na ficção. Após conquistar todo o Brasil como o Rubinho, de A Força do Querer (2017), o ator encarna Beto Falcão, em Segundo Sol. Modesto ao ser creditado como o grande protagonista da nova novela da Globo, Emílio afirma não sentir muita diferença estando à frente do folhetim aos seus últimos papéis. “Não mudou nada, mesmo porque a demanda de trabalho continua muito grande. Eu procuro não pensar nisso (em ser o protagonista), senão acabo pirando e fico cheio de receios e aflições”, avisa Emílio, que não se incomoda com o desejo das pessoas de quererem ver o Rubinho na pele do novo papel. 

Em Segundo Sol, Emílio soltou a voz ao subir no trio elétrico de Beto Falcão. O ator gravou a música Axé Pelô especialmente para a novela. Foto: João Cotta/ Rede Globo

Bom senso sempre

Mesmo sendo o herói da trama, Beto Falcão carrega a mentira da sua morte para tirar a família da lama. Para Emílio, seu personagem não é um homem fraco e sim um perdido, porque passou por muita coisa em pouquíssimo tempo. O ator defende Beto e afirma que o bom senso é a chave dos conflitos. “Verdade e cuidado não caminham lado a lado. Você tem que ser honesto, mas, ao mesmo tempo, precisa ter cuidado com as coisas que você fala também. O importante é o bom senso sempre. Com isso, as coisas se ajeitam”, defende o astro. 

Vida musical

Ao encarnar um cantor de axé, Emílio retoma sua outra  grande paixão: a música. Tanto que gravou a canção Axé Pelô especialmente para seu personagem. Quando recebeu a música, quis gravar logo e topou ir de madrugada no estúdio. Se na televisão, ele também solta a voz, antes cantou no teatro, no musical Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz. Ele rodou o Brasil todo, por dois anos, por conta da peça, em que encarnava o ídolo do rock brasileiro, morto em 1990, aos 32 anos. “A música sempre esteve presente em minha vida. Comecei aos 15 anos com a minha bandinha (Mulher do Padre). Bastou o João (Emanuel Carneiro, autor) me ligar e falar que tinha um papel de um cantor de axé, que eu já aceitei de cara”, afirma Emílio, que vem ouvindo muita música baiana para entrar no clima do Nordeste. Nomes como Davi Moraes e Saulo Fernandes não saem de sua playlist, mas ele também não dispensa um bom rock clássico, na voz de cantores  como Joe Cocker, e de bandas mais novas, como O Terno.

A família de Rubinho, Dedé (João Bravo) e Bibi Perigosa (Juliana Paes), de A Força do Querer, deu o que falar

Amor pela Bahia

O ator, de 35 anos, teve que ir para a Bahia, durante um mês, para a composição de seu personagem. Na viagem, ele levou a namorada, Fabíula Nascimento, que também está na novela, na pele da Cacau. E não deu folga nem para o cachorro do casal! O cãozinho, chamado Chã de Dentro, da raça American Staffordshire, de um aninho, também acompanhou seu dono na viagem. “Nossa ida à Bahia para a novela foi como uma lua de mel para gente. É uma delícia estar numa mesma novela que a Fabíula. Primeiro, a gente pode estudar em casa, segundo porque sempre fui muito fã dela, e outra: posso ter as dicas que ela me dá e também dou uns pitacos no trabalho dela. A gente se diverte bastante. Não tem disso de não pode falar de trabalho em casa”, conta o carioca. Após tanto tempo na terra de Dorival Caymmi, Emílio se acostumou com o sotaque baiano. Assim que pisa nos Estúdios Globo, o ator já muda seu tom de voz e encarna o timbre  de Beto Falcão. “Tenho que chegar e esquentar o motor. Muitas vezes eu saio daqui e continuo falando ‘baianês’, porque chego em casa a Fabíula está estudando texto falando com sotaque, até meu cachorro já está latindo ‘baianês’ (risos)”, diverte-se Emílio, que brinca ao dizer que a maior dificuldade para ele até agora na novela foi ter voltado da Bahia. 

Em um ano e meio de namoro, Fabíula e Emílio já adotaram dois cães e comungam o amor à arte. Foto: Reprodução Instagram

Um cara tranquilo

Criado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, Emílio não se cansa de demonstrar seu amor à sua cidade natal. Mesmo com as notícias de violência tomando conta dos noticiários locais, ele confessa que não muda a sua rotina por conta da falta de segurança. “Eu gosto do Rio. O Rio que não tem gostado muito que a gente saia de casa. Mas não mudei nada da minha rotina por conta da violência. A gente tem que viver... Fico mais preocupado com a segurança dos outros do que com a minha própria”, revela o rapaz. Nas horas vagas, o ator gosta mesmo é de curtir a namorada, os cachorros, além de desenhar e jogar no celular. Apesar de ser ativo nas redes sociais, o sagitariano revela não ser viciado em internet. “Aquilo virou um campo de guerra. Eu acho muito engraçado o meme, por exemplo, que é um novo estilo de se comunicar. Eu gosto de jogar joguinho de celular, mas tem gente que curte apenas xingar. Vai entender né?! Mas... Cada um faz o que quer da sua vida”, finaliza o multiartista.


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Thomaz Rocha

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